
Setor elétrico brasileiro: um retrato preocupante
A escuridão a que milhões de habitantes de São Paulo foram condenados no último dia 31 de agosto é mais uma demonstração da atual fragilidade do setor elétrico brasileiro.

A escuridão a que milhões de habitantes de São Paulo foram condenados no último dia 31 de agosto é mais uma demonstração da atual fragilidade do setor elétrico brasileiro.

O presidente Lula (PT) inaugurou nesta sexta-feira (13) o Complexo de Energias Boaventura, em Itaboraí, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Em discurso durante

Terminou nesta quarta-feira (28) o prazo para que a Eletrobras informe aos seus credores que o presidente da companhia Ivan Monteiro é alvo de uma investigação da Comissão de Valores Mobiliários. Monteiro é suspeito de envolvimento em supostas irregularidades nos registros contábeis e nas demonstrações financeiras durante o período em que integrou o Conselho de Administração do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB).

Por Hora do Povo – Publicado em 11 de agosto de 2024 O engenheiro Ikaro Chaves, ex-membro do conselho de administração da Eletronorte, representando os trabalhadores, afirmou,

O Coletivo Nacional de Eletricitários (CNE) divulgou manifesto denunciando possíveis acordos espúrios, tentados pelos novo donos da empresa, que legitimariam os crimes ocorridos na escandalosa

Segundo divulgado pela Veja Negócios, um levantamento do Instituto Ilumina escancarou o imenso dano patrimonial que vem sendo provocado pelas privatizações no país. A matéria,

Após os apagões quase diários em São Paulo e o escandaloso descaso da empresa italiana Enel, que é concessionária de energia elétrica na região, cresceu no Brasil a campanha para que o governo não renove as concessões que estão vencendo no país. Especialistas alertam que o problema não é isolado, mas fruto de um sistema que, a partir das privatizações, privilegia os lucros em detrimento da qualidade dos serviços e de investimentos em manutenção e controle.

O ex-governador e ex-senador do Paraná Roberto Requião ingressou com ação popular no seu estado com o objetivo de rever o poder de voto da União na Eletrobras. No advento da privatização, a Lei 14182/2021 determinou no seu Art. 3º que, após a desestatização, os acionistas não poderiam possuir mais de 10% das ações votantes. Ocorre que a União possuía mais de 10% do capital votante da empresa antes de ela ser privatizada.

O ex-governador Roberto Requião entrou com ação popular contra a privatização da Eletrobras.

O ex-governador Roberto Requião entrou com ação popular para que a Justiça devolva à União o poder de voto na Eletrobras, perdido com a privatização realizada no governo Bolsonaro, quando Paulo Guedes era o ministro da Fazenda.
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